A exposição “Lasar Segall: sempre a mesma lua” parte da associação entre essa imagem e o afeto determinante atribuído por Segall à sua identidade judaica: um “profundo sentimento humano”.
A exposição “Lasar Segall: sempre a mesma lua” parte da associação entre essa imagem e o afeto determinante atribuído por Segall à sua identidade judaica: um “profundo sentimento humano”.
Histórias fascinantes merecem ser contadas e compartilhadas. A presença de judeus na região amazônica é uma delas. Maior exposição realizada pelo Museu Judaico de São Paulo desde sua inauguração.
A exposição Rastros, com obras do fotógrafo Roberto Frankenberg – brasileiro radicado na França – convida a uma jornada íntima sobre memória e história.
A exposição “Alexandre Herchcovitch: 30 anos além da moda” faz a retrospectiva inédita dos 30 anos de carreira do estilista paulistano que alcançou reconhecimento internacional.
Algumas pessoas marcam gerações. É o caso de Daniel Azulay.
28 de novembro a 28 de abril A memória é um fenômeno vivo, que participa do presente.
Com a curadoria de Márcio Seligmann-Silva, a exposição apresenta o trabalho de três décadas do artista e ativista argentino, cuja obra tem como base a defesa dos direitos humanos.
Com curadoria de Ruth Tarasantchi e Felipe Chaimovich, a mostra contempla o trabalho de 32 artistas judias, entre desenho, pintura, colagem e técnicas de gravura, destacando a importância da presença das mulheres no núcleo inicial da coleção de arte do MUJ.
Com grande parte de sua família executada pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, Boris Lurie (1924-2008) passou a vida dedicado à construção de uma obra plástica irrequieta e inquietante.
Alice Brill, Claudia Andujar, Gertrudes Altschul, Hildegard Rosenthal, Lily Sverner, Madalena Schwartz e Stefania Brill. À profusão de nomes, somaram-se proveniências, costumes, línguas e sotaques. Colônia, Neuchâtel, Berlim, Zurique, Antuérpia, Budapeste. Alemão, francês, húngaro, iídiche e polonês.
Leila Danziger pesquisou a coleção do Museu para criar a mostra “Descer da nuvem”. Ela agrupa fotografias antigas com objetos pessoais, combina personagens políticos e fictícios. Os retratos reunidos ganham nome e, assim, direito à memória.
Botannica Tirannica propõe uma investigação a respeito do imaginário colonialista presente no processo de nomeação da natureza, cujas espécies ditas “daninhas” recebem nomes ofensivos e preconceituosos.
Esta mostra se propõe a ser uma reflexão plástica sobre a escrita como desenho, a presença das palavras na pintura, os livros verbo-visuais e a relação entre texto e poesia na arte contemporânea.
No marco dos 200 anos do fechamento do Tribunal do Santo Ofício da Inquisição em Portugal, completos em 2021, apresentamos em exposição inaugural o funcionamento dessa estrutura que moldou a mentalidade ibérica e colonial.
A noção de limiar está presente em diversas áreas do conhecimento, evocando a ideia de transição; passagem. Tais atravessamentos, transposições e hibridações — sejam elas físicas ou metafóricas — são noções centrais para a obra de Anna Bella Geiger.