A exposição apresenta um recorte introdutório da obra paisagística de Roberto Burle Marx e seus colaboradores, com foco no uso de algumas espécies vegetais. Burle Marx se notabilizou por criar um paisagismo tropical a partir das observações que fazia in loco, em expedições pelo Brasil e em viagens internacionais para o reconhecimento da vegetação de cada lugar, sempre acompanhado por um grupo de amigos botânicos, arquitetos, artistas e jardineiros, além da equipe de paisagistas de seu escritório.
Lasar Segall: sempre a mesma lua
A exposição “Lasar Segall: sempre a mesma lua” parte da associação entre essa imagem e o afeto determinante atribuído por Segall à sua identidade judaica: um “profundo sentimento humano”.
Hannah Brandt: vejo tudo com o coração
Hannah Brandt chega ao Brasil em 1935, aos 12 anos, vinda da Holanda, depois da família fugir da Alemanha nazista. Quando criança, para se fazer entender, desenhava. Já adulta, ao conhecer a gravura em madeira, se encontrou.