A exposição apresenta um recorte introdutório da obra paisagística de Roberto Burle Marx e seus colaboradores, com foco no uso de algumas espécies vegetais. Burle Marx se notabilizou por criar um paisagismo tropical a partir das observações que fazia in loco, em expedições pelo Brasil e em viagens internacionais para o reconhecimento da vegetação de cada lugar, sempre acompanhado por um grupo de amigos botânicos, arquitetos, artistas e jardineiros, além da equipe de paisagistas de seu escritório.
EXPOSIÇÃO
Hannah Brandt: vejo tudo com o coração
Hannah Brandt chega ao Brasil em 1935, aos 12 anos, vinda da Holanda, depois da família fugir da Alemanha nazista. Quando criança, para se fazer entender, desenhava. Já adulta, ao conhecer a gravura em madeira, se encontrou.
EXPOSIÇÃO
Burle Marx: plantas em movimento
A exposição apresenta um recorte introdutório da obra paisagística de Roberto Burle Marx e seus colaboradores, com foco no uso de algumas espécies vegetais. Burle Marx se notabilizou por criar um paisagismo tropical a partir das observações que fazia in loco, em expedições pelo Brasil e em viagens internacionais para o reconhecimento da vegetação de cada lugar, sempre acompanhado por um grupo de amigos botânicos, arquitetos, artistas e jardineiros, além da equipe de paisagistas de seu escritório.
EXPOSIÇÃO
Lasar Segall: sempre a mesma lua
A exposição “Lasar Segall: sempre a mesma lua” parte da associação entre essa imagem e o afeto determinante atribuído por Segall à sua identidade judaica: um “profundo sentimento humano”.
EXPOSIÇÃO
Hannah Brandt: vejo tudo com o coração
Hannah Brandt chega ao Brasil em 1935, aos 12 anos, vinda da Holanda, depois da família fugir da Alemanha nazista. Quando criança, para se fazer entender, desenhava. Já adulta, ao conhecer a gravura em madeira, se encontrou.
EXPOSIÇÃO
LONGA DURAÇÃO
Judeus no Brasil: histórias trançadas
Nesta exposição, o objetivo é tecer uma complexa narrativa da pluralidade da presença judaica no Brasil a partir dos diversos fluxos migratórios ao longo de 500 anos.
O MUSEU
Fruto de uma iniciativa da sociedade civil acalentada por quase duas décadas, o Museu Judaico de São Paulo (MUJ) abre suas portas visando cultivar as diversas expressões, histórias, memórias, tradições e valores da cultura judaica, em diálogo com o contexto brasileiro, com o tempo presente e com as aspirações de seus diferentes públicos.
O MUJ conta com patrocinadores Pioneiros e Anuais de 2026, que apoiaram a construção e a manutenção do Museu, respectivamente. Para conhecer os patrocinadores Pioneiros clique aqui.
Abaixo apresentamos os patrocinadores parceiros do MUJ para a temporada de 2026: