A exposição “Lasar Segall: sempre a mesma lua” parte da associação entre essa imagem e o afeto determinante atribuído por Segall à sua identidade judaica: um “profundo sentimento humano”.
Hannah Brandt: vejo tudo com o coração
Hannah Brandt chega ao Brasil em 1935, aos 12 anos, vinda da Holanda, depois da família fugir da Alemanha nazista. Quando criança, para se fazer entender, desenhava. Já adulta, ao conhecer a gravura em madeira, se encontrou.